sábado, 25 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Parte 5 - Final)

Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)



Parte 5
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(Final)

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10 - 1





10. You Should Be Dancing // Os Embalos de Sábado à Noite (Saturday -----Night Fever)

Essa é uma das musicas menos conhecidas da trilha sonora do filme (se é que isso existe), mas a cena é talvez a mais icônica do filme, junto com a dos créditos iniciais ao som de “Staying Alive”. Mas é aqui que John Travolta dança.




9. The Blower's Daughter // Closer - Perto Demais (Closer)

O filme me ganhou só por começar com essa cena. Todo o resto é tão ótimo quanto. Cate Blanchett (que eu amo) que me perdoe, mas esse Oscar era da Natalie. Ela diz tudo e não diz nada, só com suas expressões faciais. Assim como a própria em cena em si. Não tem nada (só pessoas andando, Jude e Natalie), mas tem tudo que a gente precisa.




8. Out Here On My Own // Fama (Fame)

Um dos vários momentos de vulnerabilidade de Fama, assim como The Way We Were e Is It Okay If I Call You Mine? Eu acredito que não houvesse uma cena em que essa música melancólica e introspectiva se encaixasse, mas acharam a saída perfeita para colocá-la no filme. E deu muito certo. Um desses momentos que não precisa de muito mais do que uma bela canção para encantar. Hit indicado ao Oscar, regravado depois por Nikka Costa e diversos outros, e até hoje é lembrado como obra musical, e como momento marcante do filme.




7. Summer Nights // Grease – Nos Tempos da Brilhantina (Grease)

Outra cena chave do filme. Quem não conhece? É também é a minha favorita. Apresenta os protagonistas, mostra suas falhas, seus aliados, conta a história e diverte. Tudo de uma vez só.




6. Moon River // Bonequinha de Luxo (Breakfast At Tiffany's)

Audrey é um desses ícones intocáveis. Acho que até com uma crise de flatulências ela era o supra sumo da elegância. Com sua voz grave e pequena nos encanta num momento de um dos filmes mais encantadores de todos os tempos, precursor das comédias românticas e exaustivamente copiado.




5. Footloose // Footloose - Ritmo Louco (Footloose)

O resto do filme podia até ser um completo lixo, mas eu já tava me mexendo todo até o final depois desses créditos iniciais. Uma aula de como colocar sua platéia completamente no clima após menos de 5 minutos.




4. Touch-A, Touch-A, Touch Me // Rocky Horror Picture Show

Rocky Horror é trash e propositalmente ‘mal-feito’, brinca com o caricato e o pastiche, que os números musicais mal coreografados, mal executados, mal interpretados, mal entoados e os “defeitos especiais” não passam de um charme a mais. Transgressor, subversivo e ousado, cutucava os pudores da sociedade, e só conseguiu ser o hit que merecia ser após ser exibido em sessões de cinema a meia-noite. São vários os ótimos momentos do filme, eu fiquei numa dúvida cruel entre Time Warp, Hot Patootie e Floor Show, mas a brejeirice de uma jovem Susan Sarandon cantando a insinuante Touch-A, Touch-A, Touch Me é, talvez, o meu momento favorito.




3. Singing in The Rain // Cantando na Chuva (Singing in The Rain)

Deve ser o musical mais cultuado de todos os tempos, e esse é o seu momento mais célebre e famoso, não só do filme, mas um dos mais memoráveis da história do cinema. A melodia é puro deleite para os ouvidos. Gene Kelly dança com a alma. Tudo é perfeito. E eu ainda adoro chuva e dias nublados. Não tem como não amar.




2. Tiny Dancer // Quase Famosos (Almost Famous)

Cameron Crowe contou sua vida, reviveu uma época, relembrou hinos do rock do passado e os apresentou a jovens que vinham de década de 90 repleta de boy e girl bands vazias. Fez de Tiny Dancer um hit novamente depois de quase 30 anos e criou um desses momentos inesquecíveis do cinema que a gente jamais pode ouvir a música de novo e não se lembrar dela.




1. Let the Sunshine in // Hair

O refrão de uma única frase repetida exaustivamente no fim de uma música é uma técnica arriscada e funciona em pouquíssimos casos, como em Hey Jude dos Beatles, e em Let the Sunshine In de Hair. É aquela cena que arrepia da cabeça aos pés, e não deve existir alguém nesse planeta que não queira cantar a musica após ouvi-la. É um desses hinos que devem ser perpetuados, não só pela música em si, mas pela mensagem que representa (mas, infelizmente, a lição não foi aprendida), e que tanto nos palcos quanto nas telas de cinema, e hoje das TVs, continua a emocionar pessoas de geração à geração.



E aqui se encerra a minha lista. Espero que vocês tenham gostado. Comentários são sempre bem vindos!



Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Bônus)


Parte 1Parte 2Parte 3 Parte 4 Parte 5 (final)


CENAS
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BÔNUS



Pensaram que iam se livrar da lista assim? Antes de revelar o top 10, eu incluo algumas cenas que não entraram na lista, por esquecimento, por eu não gostar do filme, por não achar tão marcantes, entre outros motivos, mas acho importante serem lembradas. Eis elas:








1. Why Dont’ You Do Right? // Uma Cilada Para Roger Rabbit (Who Framed ---Roger Rabbit?)
---Making Whoopee! // Susie & Os Baker Boys (The Fabulous Baker Boys)
---Let’s Do It // Uma Loira Em Minha Vida (The Marrying Man)

Absolutamente a mesma cena. Adoro todas, mas são as cenas mais clichê do mundo. Femme fatale canta pra mostrar como é sedutora e irresistível. Em Roger Rabbit, vale mais pra conferir a voz da Amy Irving. É a melhor música das três também. De longe. Eu deixei desenhos animados de fora, pois cada um deles tem diversos números musicais, seria mais sensato fazer uma lista só deles, mas fiquei balançado com essa cena, porque ela é mista. Eu costumava desenhar a Jessica quando criança. Era expert nela e no Garfield na escola. Mas eu normalmente a desenhava sem o figurino... Devo ter guardado em algum lugar alguma cópia.

Em Susie e os Baker Boys a cena tem mais serventia a história, pois diz muito sobre o relacionamento entre o trio protagonista, especialmente sobre o que se desenvolve entre Michelle Pfeiffer e Jeff Bridges. A Michelle canta diversos números no filme, mas esse sobre o piano é de longe o mais marcante deles. Em Uma Loira Em Minha Vida, vale como registro de todo o esplendor de Kim Basinger (mesmo sendo dublada).




2. Waterloo // O Casamento De Muriel (Muriel’s Wedding)

Junto com Priscilla, as maiores homenagens que já poderiam ter feito ao ABBA no cinema. Esqueça Mamma Mia!




3. Nowhere Fast // Ruas de Fogo (Streets of Fire)

Esse filmeco B é irresistível. Diane Lane, que quase ganha o Framboesa pelo filme, não é ainda nem sombra daquela que viera a fazer Infidelidade quase 20 anos depois. Michael Paré (aparece no finzinho do vídeo), com seu nível de expressividade equivalente a Stallone e Schwarzenegger, sumiu do mapa. Willem Dafoe, sempre fazendo o vilão, continua na ativa, e Rick Moranis, o empresário frouxo, se aposentou do cinema. Esse tema virou hino do Programa Livre depois.




4. Elephant Love // Moulin Rouge

Não gosto do filme. Mas reconheço sua importância pela revitalização e perpetuação do gênero. Essa cena em especifico é, como quase todas as outras do filme, um compêndio de referências da cultura pop. Diversos hinos de amor sintetizados numa única canção. Acho que esse tipo de numero serve mais pra eventos e premiações do que pra contar história. Depois de duas cenas, eu já tava impaciente.



5. Diamonds Are A Girl’s Best Friend // Os Homens Preferem As Loiras ---(Gentlemen Prefer Blondes)

A cena é icônica, amplamente copiada, mas nunca vi o filme... Então pra mim é mais um videoclipe registro da Marilyn no auge do estrelato, assim como a cena da saia voando ao vento.



6. Over The Rainbow // O Mágico de Oz (The Wizard of Oz)

Eis um caso onde a canção funciona melhor fora da cena. Virou hino, diversos regravaram, todo mundo conhece, todo mundo sabe que é do filme, mas a cena não é nem de longe a melhor do filme. Não marca. Pelo menos pra mim. O filme de fato começa quando Dorothy vai pra Oz e o filme ganha cor.



7. You Can Leave Your Hat On // Ou Tudo Ou Nada (The Full Monty)

O "gran finale" do filme, que evolui toda sua historia pra esse momento. Um filme pequeno, feito com muito bom humor, engraçado, que conseguiu ser indicado ao Oscar e virou até espetáculo da Broadway com o Patrick Wilson, onde a mesma cena é feita com uma canção muito menos interessante.



8. Chopsticks // Quero Ser Grande (Big)

O filme que transformou Tom Hanks em astro. É de longe o momento mais marcante do filme. Quem nunca quis fazer igual? Se bem que essa música sempre vai me lembrar muito mais de danoninho...






9. The Sound of Music // A Noviça Rebelde (The Sound of Music)
---That’s How You Know // Encantada (Enchanted)

Acho Noviça um tédio, quase 3 horas de filme, mas é famosíssimo, assim como a cena, que tem seu charme. Toda mundo se lembra dela quando pensa em Julie Andrews. Encantada eu já gosto (pelo seu apelo kitsch, é frívolo, divertido e passa rápido), mas é uma cópia bem Disney da mesma cena da Julie e dos seus próprios desenhos (que eu mantive de fora da minha lista).



10. Mad World // Donnie Darko

Adoro o filme. E gosto de todas as cenas musicais, mas essa, ao som de Mad World, é o tema assinatura do filme, versão da canção do Tears for Fears feita pelo Gary Jules para o filme. As outras cenas são Notorious, do Duran Duran e Head Over Heels, do Tears for Fears.



11. Twist & Shout // Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off)

Não gosto do filme, mas é famosíssimo, assim como a cena. Acho o Ferris um bandido em potencial. Um delinqüente. E o filme aplaude esse comportamento. Por isso me irrita muito mais que diverte. Nem da cena eu consegui gostar.



12. Rockefeller Skank // Ela é Demais (She’s All That)

Filme adolescente mais do mesmo que eu via na adolescência. Ainda vejo e adoro, apesar de ser bem fraquinho. Adoro a cena do baile com o tema dançante do Fatboy Slim e a cena da metamorfose com Kiss Me, do Sixpence None The Richer.



13. Maniac // Elvira, A Rainha das Trevas (Elvira, The Mistress of The Dark)

Elvira. Amor eterno, amor verdadeiro. Vale muito a pena também o número final. Eu chorava de rir com ambas as cenas.



14. In Your Eyes // Digam O Que Quiserem... (Say Anything...)

Cameron Crowe é um desses diretores que sabem fazer roteiro em cima de músicas específicas, mas nesse caso eu acho que a música foi inserida depois. Poderia ser qualquer uma romântica, mas esse hit do Peter Gabriel caiu como uma luva.



15. Falling Slowly // Apenas Uma Vez (Once)

Once é um desses filmes que a gente assiste pra lavar a alma. A cena é clichê, e não tem muito de memorável, mas a música é linda. A interpretação deles no Oscar, sim, foi memorável e emocionante.



Em breve a parte final!


Parte 1Parte 2Parte 3 Parte 4 Parte 5 (final)



sábado, 18 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Parte 4)


Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)


Parte 4
20 - 11





20. Cabaret // Cabaré (Cabaret)

O contraste de um alegre show de Cabaré em Berlim numa triste Alemanha sendo tomada por nazistas, que enchem inclusive a platéia. Um dos momentos inesquecíveis tanto da Liza, do diretor Bob Fosse, quanto do filme e do cinema americano.



19. What A Feeling // Flashdance – Em Ritmo de Embalo (Flashdance)

O tema central da Irene Cara ilustra os créditos iniciais e a cena final, a superação e vitória da Jennifer Beals (e dos milhares de dublês), que é a alma do filme, mesmo a melhor cena do filme sendo a com a dança da cadeira ao som de He's A Dream. Adoro também a cópia da cena feita em Elvira, a Rainha das Trevas, já essa com Maniac, do Michael Sembello, que em Flashdance é meio desperdiçada com uma cena de exercício.




18. Fame // Fama (Fame)

Outro hit da Irene Cara. Quem nunca viu essa cena? Quem nunca ouviu essa música? Às vezes uma boa cena basta pra carregar um filme pra posteridade, mas Fama tem várias delas.





17. Can't Take My Eyes Off of You // 10 Coisas Que Odeio Em Você (10 ----Things I Hate About You)

Heath Ledger, por que você foi morrer? Pelo menos com uma só cena fez de uma comédia adolescente muito mais do que ela é, e também nos deixou Ennis Del Mar e um Coringa ainda melhor que o do Jack Nicholson.




16. Oh Maria // Mudança de Hábito (Sister Act)

Era criança e chorava de rir vendo essa cena na primeira vez. É um esperado não-esperado. A gente sabe que a Whoopi vai transformar o coral, mas todo mundo está acostumado com a desgraça habitual. Ela ainda me contagia até hoje. E muda totalmente o rumo do filme.




15. Pure Imagination // A Fantástica Fábrica de Chocolates (Willy Wonka & -----the Chocolate Factory)

Clássicos das sessões da tarde, da infância de milhões, que Johnny Depp tentou destruir, mas não conseguiu. Lágrimas caem dos olhos só de ouvir a voz pouco polida de Gene Wilder. Eis a magia do cinema. O ordinário pode ser fantástico. Tudo pode ser. Se quiser será. Sonho sempre vem pra quem sonhar. Tudo pode ser. Só basta acreditar. Tudo que tiver de ser, será... Por outro lado, é só a minha mente perturbada ou esse Willy Wonka é uma figura meio sinistra? A cara me lembra a do Malcom McDowell em Laranja Mecânica. E uma vibe meio pedófila, sei lá... Mas nem isso consegue estragar a cena.




14. Mr. Holland's Opus // Adorável Professor (Mr. Holland's Opus)

O Mestre Com Carinho que me desculpe, mas sua cena final não chega aos pés dessa. Ela me lembra um pouco os finais de Fama e A Chorus Line, que também adoro. Acho essa trilha tão emocionante que me surpreendo de nunca ter sido aproveitada em eventos esportivos ou premiações.




13. You Must Love Me // Evita

Madonna é massacrada pelas suas limitações artísticas e enaltecida por sua capacidade de se reinventar e mostrar o que o publico quer ver. Mas nada disso importa nesta cena, nessa musica que Andrew Lloyd Weber e Tim Rice compuseram especialmente para o filme, como se já não houvesse tantas lindas canções na trilha. Um momento a mais, um diferencial em relação ao espetáculo teatral que de fato fez a diferença no filme. É pura singeleza e sentimento.




12. Supercalifragilisticexpialidocious // Mary Poppins

Mary Poppins tem tantos momentos musicais excelentes, mas o título quase impronunciável deste o fizeram se destacar dos demais. Mesmo da famosa canção da chaminé. Julie Andrews, que também fez a mais que famosa cena de A Noviça Rebelde mostrando que de fato nasceu para os musicais. Os de família, claro.




11. Mamma Mia // Priscilla – A Rainha do Deserto (The Adventures of -----Priscilla, The Queen of The Desert)

Priscilla foi aquilo que realmente faltava no mundo dos musicais, apesar de não ser um musical propriamente dito. Em um mundo dominado por gays, ele veio a ser a primeira comédia/musical sobre eles mesmos. E diante de tantos números, figurinos, extravagâncias, caras e bocas, qual cena escolher? I've Never Been To Me abrindo? Felicia dublando Maria Callas? Save The Best For Last nos créditos finais? I Will Survive no deserto? Finally no hotel? Acabei ficando com o número final ao som de ABBA que encerra o filme. Essa sim uma verdadeira homenagem ao grupo sueco.



Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Parte 3)

Parte 1Parte 2Parte 3 Parte 4 Bônus Parte 5 (final)


Parte 3
30 - 21




30. Slave To Love // 9 e ½ Semanas de Amor (9 ½ Weeks)

Do tempo que Kim Basinger tinha 30 e poucos e Mickey Rourke se parecia com um ser humano. Ele já foi até galã, como podemos ver no vídeo. Slave To Love do Brian Ferry é um desses love hits que resume bem o momento vivido pelo casal de desconhecidos no filme e até hoje toca nas rádios em programas de flashbacks.




29. If You Wanna Be Happy // Minha Mãe É Uma Sereia (Mermaids)

Depois da tempestade sempre vem a bonança. Depois de acabado todo o conflito do filme, a última cena é só um sopro nos ouvidos e um dos momentos mais divertidos da produção inteira. Uma bela maneira de terminar um filme sem deixar a peteca cair.




28. Superfreak // Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine)

Spoiler total. O momento surpresa do filme. E também o mais emocionante. É o esperado inesperado. É uma cena tão óbvia, dada as circunstâncias, mas a gente não consegue pensar nela antes.



27. Alabamy Bound // A Rosa Purpura do Cairo (The Purple Rose of Cairo)

Esse é o meu filme favorito do Woody Allen. Acho genial. Mia Farrow, esplendorosa, e Jeff Daniels mostrando como foram e continuam sendo mal-aproveitados pela indústria. Essa cena dos dois é puro charme. Se eu já tava adorando o filme, me encantei de vez depois desse momento. Incluí no vídeo o número seguinte de I Love My Baby (My Baby Loves Me) também.





26. You Make My Dreams // 500 Dias Com Ela (500 Days Of Summer)

Quase a mesma justificativa da cena de O Casamento do Meu Melhor Amigo. A diferença é que aqui não tem Julia Roberts. E ninguém canta.




25. Town Called Malice // Billy Elliot

Há quatro momentos musicais que sempre me vem em mente quando penso em Billy Elliot. Dois dele entraram aqui na lista. Os outros seriam Children of The Revolution do T-Rex e London Calling do The Clash. Adoro esse hit do The Jam (que o McFly regravou depois), e a letra e a dança (pouco ritmada a princípio) fazem o paralelo perfeito com a cena.




24. All That Jazz // Chicago

Com uma só música, Chicago mostra a que veio. Define o tom, avança a história e apresenta ao público suas duas protagonistas e suas falhas. Vários coelhos com uma cajadada só.




23. Downtown // Garota Interrompida (Girl, Interrupted)

O momento “feel good” de Garota Interrompida. A segunda das três vezes em que Downtown aparece no filme, e a única que não é na sua gravação original da Petula Clark.




22. You’re The One That I Want // Grease – Nos Tempos da Brilhantina

O momento que Sandy mostra suas garras. Cena icônica, todo mundo conhece. Logo depois começa We Go Together. Ótima também.




21. Old Time Rock'n'roll // Negócio Arriscado (Risky Business)

Tom Cruise dança Bob Seger. Do tempo que ele ainda era Zac Efron. Talvez a cena mais famosa dele, e que pela qual ele será sempre lembrado. Junto com o “you complete me” de Jerry Maguire...


Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Parte 2)


Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)


Parte 2
40 - 31




40. All By Myself // O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones's Diary)

Comédias românticas nos presenteiam com boas trilhas sonoras. Bridget Jones não é exceção. Além de ser um filme bem acima da média pro gênero. Nessa cena somos apresentados a protagonista, balzaquiana, beberrona, rechonchu- da e solteira. Tudo que a sociedade condena numa mulher. Também adoro o momento romântico, ao som de Van Morrison, no final e a briga do Colin Firth com o Hugh Grant com It’s Raining Men.




39. Young Americans // Dogville

Ironia pura. A cena não exatamente contribui em nada para a história, apenas complementa a mensagem, e funcionaria muito bem como um videoclipe a parte pro David Bowie. E me manteve vendo os créditos finais até o último segundo.




38. Try A Little Tenderness // A Garota de Rosa Shocking (Pretty in Pink)

A cena dançante que todo filme de John Hughes tem. Normalmente são o ponto alto dos filmes. Nesse caso não chega a ser o ponto alto, mas chega bem perto disso. Jon Cryer, que aí dubla o Otis Redding, ficou meio esquecido, depois ressurgiu com Two and a Half Man.




37. Oh, Happy Day // Mudança de Hábito 2 (Sister Act 2)

Num filme sobre competição musical, eu sinceramente não entendi como não transformaram essa na música da final. Mesmo eu sendo herege, como diz mainha, música boa é música boa. Eu me arrepiei da cabeça aos pés. Depois dela e de His Eye Is On The Sparrow, eu esperava algo soberbo pro final, e cantaram uma versão bem sem-graça de Ode à Alegria, onde eu fiquei pensando: É isso? Aí rebobinei a fita pra essa cena.




36. What A Wonderful World // Bom Dia, Vietnã (Good Morning, Vietnam)

Num filme fraco, pelo menos a gente salva uma cena bonita. A ironia do hino pacifista na voz de Louis Armstrong conduzindo as imagens de um Vietnã sofrido pela guerra enche os olhos e emociona.




35. Put The Blame on Mame // Gilda

“There’s no woman like Gilda”. Rita era a própria personificação do charme, que aliado à sua voz grave, definia a imagem de femme fatale dos filmes noir. A cena muito diz sobre o relacionamento do casal central no filme sem precisar de precisar de explicações mais literais.



34. My Girl // Meu Primeiro Amor (My Girl)

Chorei demais quando vi, aos 7 anos, com a minha mãe e meu irmão. Meu cachorro não parava de latir, e a empregada de rir com o dilúvio na sala. A trilha sonora do segundo é melhor, mas o primeiro filme é superior, e essa cena final ao som do tema central dos Temptations é um alento depois da tristeza de poucas cenas antes.



33. We Are Not Alone // Clube dos Cinco (The Breakfast Club)

Já esse é o momento auge desse filme do John Hughes. Talvez o mais clássico dos seus filmes. O mais lembrado e copiado. Essa música da Karla DeVito, por outro lado, não sobrevive fora desse contexto. Tanto que o maior hit mesmo do filme é Don’t You Forget About Me do Simple Minds.




32. I Get Around // Olha Quem Está Falando (Look Who's Talking)

Como começar um filme com criatividade, avançar o enredo, estabelecer o gênero e determinar o seu tom ao público? Transformando uma cena de sexo em uma corrida de espermatozóides falantes ao som dos Beach Boys.




31. I Say A Little Prayer // Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best -----Friend's Wedding)

Quando se tem um filme bem mais do mesmo nas mãos, mas que tem Julia Roberts no elenco, que já garante sucesso na bilheteria, o que fazer para ele não ser esquecido logo em seguida nas prateleiras das locadoras? Capriche na trilha sonora, e pegue a música mais grudenta delas e crie uma cena musical que o filme sobreviveria perfeitamente sem ela, mas jamais teria o mesmo charme.


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domingo, 12 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Parte 1)

Vendo e revendo filmes, me veio a idéia de criar uma lista dos meus momentos musicais preferidos dos filmes de Hollywood. Não diria do cinema, porque seria restringí-lo a produções americanas, voltada à consumação em massa. Esses momentos são muito mais do que a música em si, ou o filme especificamente. Às vezes é uma boa cena de um filme não tão bom. Acontece sempre. E lembro que como toda lista, essa também é pessoal, então algumas cenas bem desconhecidas podem aparecer e outras bem famosas podem ficar de fora. Tudo baseado em como essas cenas me afeta(ra)m.

Quando fui fazer a lista, vi que, obviamente, diversas listas como essa já existem, e foi difícil escolher. Tanto que o número da lista foi aumentando e eu cheguei a 50. Mais do que isso seria mais exagero do que já é. Evidentemente que devo ter esquecido de algumas cenas, outras eu desconheço, mas baseado que vi e vivi até hoje, dividida em 5 partes, eis a minha lista:

Parte 1
50 - 41


50. Dear You // Sete Minutos no Paraíso (Seven Minutes in Heaven)

Ai, me deixa! Eu vi esse filme criança e adorei. Um dos primeiros filmes da Jennifer Connelly, que era linda, é linda e vai morrer linda, a condenada. Até hoje a música me passa pela cabeça. Mas nunca lançaram o filme em DVD, nem se encontra as músicas pra download. Passa de vez em quando na TNT. Adoro a cena, que não tem nada de especial, mais por pura nostalgia e adoro ver as folhas de outono.



49. Philadelphia // Filadélfia (Philadelphia)


Um dos primeiros filmes a tratar abertamente sobre a AIDS, sobre direitos civis e a luta contra o preconceito. É a última cena do filme, pode ser meio spoiler, apesar de não acontecer mais nada de realmente relevante para a história, mas é linda e a música do Neil Young é pura sutileza.




48. Everybody's Talking // Perdidos na Noite (Midnight Cowboy)

Um filme amargo sobre um rapaz ingênuo do interior que vai pra NY querendo ser gigolô. Pela sinopse, ninguém imaginaria um filme vencedor do Oscar, mas é um grande filme. Dizem que traz uma mensagem subliminar gay, mas eu não percebi. A música é logo na primeira cena, e é icônica até hoje.




47. Living Inside My Heart // Sobre Ontem À Noite... (About Last Night...)

Outros desses momentos que só são mesmo “importantes” pra mim. Adoro, acho lindo, poético, assim como o filme. A voz do Bob Seger é revigorante. E a dupla protagonista (Demi Moore e Rob Lowe) até hoje se mantém linda e ativa no mercado.




46. Welcome To The 60's // Hairspray


Pra mim é o ponto auge do filme. A música mais pegajosa, e, junto com a cena da passeata da Queen Latifah, a que mais resume o enredo. O filme consegue manter esse ritmo durante toda a projeção. Eis seu trunfo.




45. Year Of The Cat // Correndo Com Tesouras (Running With Scissors)

Aqui nos EUA o pessoal não gosta muito do filme. Dizem que o livro é bem superior. Eu nunca li. E também não vou mentir que não vou ler... E adoro o filme. E essa é a melhor cena dele, ao som de Al Stewart.




44. I’ve Had The Time of My Life // Dirty Dancing - Ritmo Quente (Dirty -----Dancing)

Clássico dos pseudo-clássicos, reina soberano na Sessão da tarde. A música tema já virou hino faz tempo. Brega da primeira à última nota, e do primeiro ao último frame, mas empolgante.



43. I Love To Boogie // Billy Elliot

É difícil de dizer o que Billy Elliot tem de melhor. Tudo funciona, tudo é perfeito. A trilha sonora é um primor, como esses clássicos pop dos anos 70/80. E essa canção do T-Rex é um dos momentos que nos fazem pelo menos bater o pezinho durante o filme. A parte que mais gosto é da avó fazendo as poses, a bichinha...




42. Never // Footloose - Ritmo Louco (Footloose)


Footloose é um dos meus muitos “guilty pleasures”. O filme se sustenta mais por conseguir criar boas cenas musicais, que nos deixam esperando pela próxima, o que compensa o restante que é bem mediano. Essa cena é uma das primeiras coisas que me vem a mente sobre o filme, apesar de não ser nem de longe uma das músicas mais conhecidas da trilha sonora. Adoro especialmente o trecho do refrão, entre 1:22 e 1:29.




41. Save Me // Magnólia (Magnolia)

Depressão, teu nome é Magnólia. A música da Aimee Mann toca na cena final, mas não é exatamente um spoiler. É só um retrato da situação, mas nada de fato acontece na cena, a música fala por si só.


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