terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Seção CINEMA // Meus 50 Momentos Musicais Favoritos de Hollywood! (Parte 2)


Parte 1Parte 2Parte 3Parte 4Bônus Parte 5 (final)


Parte 2
40 - 31


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40. All By Myself // O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones's Diary)

Comédias românticas nos presenteiam com boas trilhas sonoras. Bridget Jones não é exceção. Além de ser um filme bem acima da média pro gênero. Nessa cena somos apresentados a protagonista, balzaquiana, beberrona, rechonchu- da e solteira. Tudo que a sociedade condena numa mulher. Também adoro o momento romântico, ao som de Van Morrison, no final e a briga do Colin Firth com o Hugh Grant com It’s Raining Men.


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39. Young Americans // Dogville

Ironia pura. A cena não exatamente contribui em nada para a história, apenas complementa a mensagem, e funcionaria muito bem como um videoclipe a parte pro David Bowie. E me manteve vendo os créditos finais até o último segundo.


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38. Try A Little Tenderness // A Garota de Rosa Shocking (Pretty in Pink)

A cena dançante que todo filme de John Hughes tem. Normalmente são o ponto alto dos filmes. Nesse caso não chega a ser o ponto alto, mas chega bem perto disso. Jon Cryer, que aí dubla o Otis Redding, ficou meio esquecido, depois ressurgiu com Two and a Half Man.


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37. Oh, Happy Day // Mudança de Hábito 2 (Sister Act 2)

Num filme sobre competição musical, eu sinceramente não entendi como não transformaram essa na música da final. Mesmo eu sendo herege, como diz mainha, música boa é música boa. Eu me arrepiei da cabeça aos pés. Depois dela e de His Eye Is On The Sparrow, eu esperava algo soberbo pro final, e cantaram uma versão bem sem-graça de Ode à Alegria, onde eu fiquei pensando: É isso? Aí rebobinei a fita pra essa cena.


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36. What A Wonderful World // Bom Dia, Vietnã (Good Morning, Vietnam)

Num filme fraco, pelo menos a gente salva uma cena bonita. A ironia do hino pacifista na voz de Louis Armstrong conduzindo as imagens de um Vietnã sofrido pela guerra enche os olhos e emociona.



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35. Put The Blame on Mame // Gilda

“There’s no woman like Gilda”. Rita era a própria personificação do charme, que aliado à sua voz grave, definia a imagem de femme fatale dos filmes noir. A cena muito diz sobre o relacionamento do casal central no filme sem precisar de precisar de explicações mais literais.


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34. My Girl // Meu Primeiro Amor (My Girl)

Chorei demais quando vi, aos 7 anos, com a minha mãe e meu irmão. Meu cachorro não parava de latir, e a empregada de rir com o dilúvio na sala. A trilha sonora do segundo é melhor, mas o primeiro filme é superior, e essa cena final ao som do tema central dos Temptations é um alento depois da tristeza de poucas cenas antes.


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33. We Are Not Alone // Clube dos Cinco (The Breakfast Club)

Já esse é o momento auge desse filme do John Hughes. Talvez o mais clássico dos seus filmes. O mais lembrado e copiado. Essa música da Karla DeVito, por outro lado, não sobrevive fora desse contexto. Tanto que o maior hit mesmo do filme é Don’t You Forget About Me do Simple Minds.


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32. I Get Around // Olha Quem Está Falando (Look Who's Talking)

Como começar um filme com criatividade, avançar o enredo, estabelecer o gênero e determinar o seu tom ao público? Transformando uma cena de sexo em uma corrida de espermatozóides falantes ao som dos Beach Boys.


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31. I Say A Little Prayer // Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best -----Friend's Wedding)

Quando se tem um filme bem mais do mesmo nas mãos, mas que tem Julia Roberts no elenco, que já garante sucesso na bilheteria, o que fazer para ele não ser esquecido logo em seguida nas prateleiras das locadoras? Capriche na trilha sonora, e pegue a música mais grudenta delas e crie uma cena musical que o filme sobreviveria perfeitamente sem ela, mas jamais teria o mesmo charme.


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