40. All By Myself // O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones's Diary)
Comédias românticas nos presenteiam com boas trilhas sonoras. Bridget Jones não é exceção. Além de ser um filme bem acima da média pro gênero. Nessa cena somos apresentados a protagonista, balzaquiana, beberrona, rechonchu- da e solteira. Tudo que a sociedade condena numa mulher. Também adoro o momento romântico, ao som de Van Morrison, no final e a briga do Colin Firth com o Hugh Grant com It’s Raining Men.
39. Young Americans // Dogville
Ironia pura. A cena não exatamente contribui em nada para a história, apenas complementa a mensagem, e funcionaria muito bem como um videoclipe a parte pro David Bowie. E me manteve vendo os créditos finais até o último segundo.
A cena dançante que todo filme de John Hughes tem. Normalmente são o ponto alto dos filmes. Nesse caso não chega a ser o ponto alto, mas chega bem perto disso. Jon Cryer, que aí dubla o Otis Redding, ficou meio esquecido, depois ressurgiu com Two and a Half Man.
37. Oh, Happy Day // Mudança de Hábito 2 (Sister Act 2)
Num filme sobre competição musical, eu sinceramente não entendi como não transformaram essa na música da final. Mesmo eu sendo herege, como diz mainha, música boa é música boa. Eu me arrepiei da cabeça aos pés. Depois dela e de His Eye Is On The Sparrow, eu esperava algo soberbo pro final, e cantaram uma versão bem sem-graça de Ode à Alegria, onde eu fiquei pensando: É isso? Aí rebobinei a fita pra essa cena.
Num filme fraco, pelo menos a gente salva uma cena bonita. A ironia do hino pacifista na voz de Louis Armstrong conduzindo as imagens de um Vietnã sofrido pela guerra enche os olhos e emociona.
35. Put The Blame on Mame // Gilda
“There’s no woman like Gilda”. Rita era a própria personificação do charme, que aliado à sua voz grave, definia a imagem de femme fatale dos filmes noir. A cena muito diz sobre o relacionamento do casal central no filme sem precisar de precisar de explicações mais literais.
34. My Girl // Meu Primeiro Amor (My Girl)
Chorei demais quando vi, aos 7 anos, com a minha mãe e meu irmão. Meu cachorro não parava de latir, e a empregada de rir com o dilúvio na sala. A trilha sonora do segundo é melhor, mas o primeiro filme é superior, e essa cena final ao som do tema central dos Temptations é um alento depois da tristeza de poucas cenas antes.
33. We Are Not Alone // Clube dos Cinco (The Breakfast Club)
Já esse é o momento auge desse filme do John Hughes. Talvez o mais clássico dos seus filmes. O mais lembrado e copiado. Essa música da Karla DeVito, por outro lado, não sobrevive fora desse contexto. Tanto que o maior hit mesmo do filme é Don’t You Forget About Me do Simple Minds.
32. I Get Around // Olha Quem Está Falando (Look Who's Talking)
Como começar um filme com criatividade, avançar o enredo, estabelecer o gênero e determinar o seu tom ao público? Transformando uma cena de sexo em uma corrida de espermatozóides falantes ao som dos Beach Boys.
Quando se tem um filme bem mais do mesmo nas mãos, mas que tem Julia Roberts no elenco, que já garante sucesso na bilheteria, o que fazer para ele não ser esquecido logo em seguida nas prateleiras das locadoras? Capriche na trilha sonora, e pegue a música mais grudenta delas e crie uma cena musical que o filme sobreviveria perfeitamente sem ela, mas jamais teria o mesmo charme.
Comédias românticas nos presenteiam com boas trilhas sonoras. Bridget Jones não é exceção. Além de ser um filme bem acima da média pro gênero. Nessa cena somos apresentados a protagonista, balzaquiana, beberrona, rechonchu- da e solteira. Tudo que a sociedade condena numa mulher. Também adoro o momento romântico, ao som de Van Morrison, no final e a briga do Colin Firth com o Hugh Grant com It’s Raining Men.
39. Young Americans // Dogville
Ironia pura. A cena não exatamente contribui em nada para a história, apenas complementa a mensagem, e funcionaria muito bem como um videoclipe a parte pro David Bowie. E me manteve vendo os créditos finais até o último segundo.
38. Try A Little Tenderness // A Garota de Rosa Shocking (Pretty in Pink)
A cena dançante que todo filme de John Hughes tem. Normalmente são o ponto alto dos filmes. Nesse caso não chega a ser o ponto alto, mas chega bem perto disso. Jon Cryer, que aí dubla o Otis Redding, ficou meio esquecido, depois ressurgiu com Two and a Half Man.
37. Oh, Happy Day // Mudança de Hábito 2 (Sister Act 2)
Num filme sobre competição musical, eu sinceramente não entendi como não transformaram essa na música da final. Mesmo eu sendo herege, como diz mainha, música boa é música boa. Eu me arrepiei da cabeça aos pés. Depois dela e de His Eye Is On The Sparrow, eu esperava algo soberbo pro final, e cantaram uma versão bem sem-graça de Ode à Alegria, onde eu fiquei pensando: É isso? Aí rebobinei a fita pra essa cena.
36. What A Wonderful World // Bom Dia, Vietnã (Good Morning, Vietnam)
Num filme fraco, pelo menos a gente salva uma cena bonita. A ironia do hino pacifista na voz de Louis Armstrong conduzindo as imagens de um Vietnã sofrido pela guerra enche os olhos e emociona.
35. Put The Blame on Mame // Gilda
“There’s no woman like Gilda”. Rita era a própria personificação do charme, que aliado à sua voz grave, definia a imagem de femme fatale dos filmes noir. A cena muito diz sobre o relacionamento do casal central no filme sem precisar de precisar de explicações mais literais.
34. My Girl // Meu Primeiro Amor (My Girl)
Chorei demais quando vi, aos 7 anos, com a minha mãe e meu irmão. Meu cachorro não parava de latir, e a empregada de rir com o dilúvio na sala. A trilha sonora do segundo é melhor, mas o primeiro filme é superior, e essa cena final ao som do tema central dos Temptations é um alento depois da tristeza de poucas cenas antes.
33. We Are Not Alone // Clube dos Cinco (The Breakfast Club)
Já esse é o momento auge desse filme do John Hughes. Talvez o mais clássico dos seus filmes. O mais lembrado e copiado. Essa música da Karla DeVito, por outro lado, não sobrevive fora desse contexto. Tanto que o maior hit mesmo do filme é Don’t You Forget About Me do Simple Minds.
32. I Get Around // Olha Quem Está Falando (Look Who's Talking)
Como começar um filme com criatividade, avançar o enredo, estabelecer o gênero e determinar o seu tom ao público? Transformando uma cena de sexo em uma corrida de espermatozóides falantes ao som dos Beach Boys.
31. I Say A Little Prayer // Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best -----Friend's Wedding)
Quando se tem um filme bem mais do mesmo nas mãos, mas que tem Julia Roberts no elenco, que já garante sucesso na bilheteria, o que fazer para ele não ser esquecido logo em seguida nas prateleiras das locadoras? Capriche na trilha sonora, e pegue a música mais grudenta delas e crie uma cena musical que o filme sobreviveria perfeitamente sem ela, mas jamais teria o mesmo charme.
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