terça-feira, 29 de janeiro de 2013

SAG Awards 2013

Ontem foi dia de SAG Awards, o prêmio do Sindicato dos Atores. Como só são entregues prêmios de atuação, é uma cerimônia mais curta. Não tem host fazendo piada e debochando dos convidados ou números musicais. O máximo que tem são alguns atores convidados a dar testemunhos engraçados sobre eles e sua profissão. Alguns funcionam, outros não. Esse ano, só o da Sofia Vergara foi engraçado.
E mais uma vez a gente pôde comprovar que premiações andam cada dia mais óbvias, sem surpresas e enfadonhas. Todas iguais. Premiam as mesmas coisas sempre, como se só houvesse aquilo de bom . E não há nada tão superior assim aos demais filmes esse ano. E quando houve, aí dividiram os prêmios. Parece que votam por preguiça e seguem a onda.
Homeland, Downton Abbey, Alec Baldwin e Tina Fey, elenco de Modern Family... Os mesmos resultados de todo ano. Tina Fey é ótima, mas precisava ganhar o seu 11º prêmio? Sofia Vergara nunca vence nada, por exemplo. Jon Hamm, então... Mad Men já ganhou diversos prêmios, seja no Emmy, no Globo de Ouro, etc. Mas nenhum deles foi de interpretação.
The Big Bang Theory é outro seriado que sempre se esquecem, com a exceção de Jim Parsons um par de vezes. Mesmo as “surpresas” são as segundas opções mais óbvias, tipo Jennifer Lawrence vencendo ao invés de Jessica Chastain. Desse resultado eu gostei, confesso, mas não existe mais uma Marisa Tomei, ou um Crash do bem, etc.


Frases da noite:
Meu pai disse que se eu fizesse qualquer coisa
artística eu ficaria parecendo uma puta.
Eu disse a ele que com esses peitos gigantes que eu herdei
da mãe dele eu já parecia uma puta.
Sofia Vergara, nos testemunhos da abertura do evento.
No mundo real os bravos homens e mulheres
das forças armadas da América estão longe dos que
amam para preservar nossa liberdade.
Kerry Washington, conversando m*rda.
Amy, eu te conheço desde que você estava grávida da Lena Dunham.
Tina Fey, no seu sempre ótimo discurso
 pelo seu milionésimo prêmio por 30 Rock.

Eu me juntei à liga inter-religiosa de paintball,
onde cristãos, judeus e muçulmanos podem atirar
em uns aos outros com segurança.
Um personagem qualquer de Glee, na única fala
 interessante que vi desse seriado até hoje. Deve ter
 sido por isso que a colocaram no evento.

Wolverine é perseguido pelo gladiador. A Mulher-Gato engravida
e tem que dar o bebê à Bellarix LeStrange e ao Borat.
Depois Wolverine aceita cuidar do bebê da Mulher-Gato.
E ela cresce e estrela Mamma Mia.
Hugh Jackman e Anne Hathaway,
refazendo a sinopse de Os Miseráveis.

Obrigado aos meus amigos da SAG-AFTRA, que me dotaram com
esse belo prêmio. Hoje, ao menos, eu sou bem dotado.
Bryan Cranston, mostrando que não
 sabe fazer piada.

Foi um ator que assassinou Abraham Lincoln. E desde então
um outro ator tenta trazê-lo de volta à vida de tempos em tempos .
Daniel Day-Lewis, recebendo seu prêmio por Lincoln .

Não posso acreditar que estou no mesmo lugar que
Daniel Day-Lewis esteve. Talvez eu vire um melhor ator só pela radiação.
Ben Affleck, sendo babaca até tentando ser humilde.


Constatações:


- A comida no prato desse povo deve ser de enfeite. Passa a noite inteira intocada nos pratos de todo mundo;

- A escovinha de Bradley Cooper tava parecendo uma peruca;

- Jessica Chastain finalmente acertando na produção;

- Por que Justin Timbalada apareceu a noite toda na transmissão? Tá investindo mesmo numa carreira de ator. Haja saco pra aguentar;

- J-Law com batom pra duas bocas;

- Jane Lynch foi fantasiada de Dominatrix. Só faltou um chicote;

- Anne Hathaway não fica bem com esse look blasé e esses vestidinhos de Maria Mijona. Cresce logo esse cabelo;
- Nicole botou coisa nos beiços de novo;

- Nem doença deixa Marion feia. Ou então maquiagem faz mágica mesmo;

- Só quero chegar aos 85 se for enxuto igual ao Dick van Dyke;

- Não aguento mais ver em premiação a cena do Dev Patel dizendo "welcome to the best exotic marigold hotel";

- Tem ator que não nasceu pra fazer discurso. Claire Danes e Anne Hathaway são bons exemplos disso. Mesmo fazendo piada só arrancam riso amarelo do público, pra não constranger. Bryan Cranston segue a regra também;

- Discurso lido cheio de nome é um saco mesmo. No Globo de Ouro foi Lena Dunham, e aqui Julianne Moore;

- Jude Law virou Bill Murray;

- Argo ganhar melhor elenco mostra que ainda It's a Man's Man's Man's World. Viva o clube do bolinha;

- Curioso quetodas as vencedoras mulheres eram todas umas das duas mais novas na categoria. Tirem suas conclusões;

- Ben Affleck é tão babaca que faz um discurso para melhor elenco e só fala dele mesmo. Disse que ama a esposa, ama Warner Brothers, disse quando se juntou ao sindicato, zZz...

A lista completa de vencedores:

Cinema
TV
Melhor Elenco
Argo
Melhor Elenco (Drama)
Downton Abbey
Melhor Elenco
(Comédia
)
Modern Family
Melhor Ator
Daniel Day-Lewis Lincoln
Melhor Ator (Drama)
Bryan Cranston
Breaking Bad
Melhor Ator
(Comédia)

Alec Baldwin
30 Rock
Melhor Atriz
Jennifer Lawrence
O Lado Bom da Vida
Melhor Atriz (Drama)
Claire Danes
Homeland
Melhor Atriz (Comédia)
Tina Fey
30 Rock
Melhor Ator Coadjuvante
Tommy Lee Jones
Lincoln
Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme
Julianne Moore
Game Change
Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme
Kevin Costner
Hatfields & McCoys
Melhor Atriz Coadjuvante
Anne Hathaway
Os Miseráveis


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Crítica de Os Miseráveis

I Dreamed a Dream...

Os Miseráveis // Les Misérables

Nota: 8,5

Adoro musicais. Adoro nas telas, como Hair, Chicago, Cabaré, Cantando na Chuva, Hairspray, assim como nos palcos, onde já vi Rock of Ages, Spring Awakening, Wicked, Spider Man, etc. Há de se reconhecer que é uma estrutura diferente de narrativa. O público acostumado com hollywood raramente gosta. Detesta na verdade. E ainda mais no Brasil, onde mal se tem teatro, quanto mais teatro musical, então fica mais difícil ainda ter um público para esse tipo de produção. Mas até os filmes nacionais costumavam ser bem musicais até antes da ditadura. Carmem Miranda, por exemplo, brasileiríssima mesmo sendo portuguesa de nascença, acabou indo parar em Hollywood e sendo a artista mais bem paga do seu tempo. Dá pra ver o bem que a ditadura fez com a cultura brasileira... Por outro lado, os próprios desenhos da Disney são totalmente Broadway, e o público brasileiro os adora. Mas basta colocar um ser deveras humano a cantarolar que o bombardeio se inicia.
Les Mis é clássico dos clássicos dos musicais. Escrito na França por Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil, numa adaptação da obra homônima e clássica de Victor Hugo. Foi lançado originalmente como disco e abriu timidamente em Paris em 1980, onde durou três meses nos palcos. Adaptado cinco anos depois no West End, a Broadway londrina, todo traduzido para o inglês, o musical começou muito mal no boca a boca, mas foi ganhando uma base cativa de fãs.
Aos poucos, tendo suas belas canções como carro-chefe, terminou sendo um sucesso estrondoso em Londres e se tornando mais um dos musicais ingleses (entre aspas) a ser adaptado com sucesso na Broadway, junto a Cats, O Fantasma da Ópera e Miss Saigon. Todos hoje icônicos. Mas talvez nenhum deles tenha tantos hinos exaustivamente cantados, gravados e regravados como Les Mis. E por muitos anos nenhuma audição de elenco para musicais se aceitava mais que candidatos cantassem alguma delas.
Depois de três décadas, e várias tentativas frustradas de se produzir no cinema, finalmente o musical chega às telas. Tom Hooper, o relativamente novato que ganhou o Oscar por O Discurso do Rei, foi o escolhido para dirigir, e contrataram uma verdadeira constelação hollywoodiana para estrelar a obra, como Hugh Jackman, Anne Hathaway e Russell Crowe, além de uma ponta de Colm Wilkinson logo no início, que estrelou Les Mis em Londres e na Broadway.
A história, pra quem não sabe, é sobre Jean Valjean, que escapa das agruras da prisão por ter roubado um pão para alimentar parentes famintos, pouco depois da Revolução Francesa, a época da Maria Antonieta e seus brioches. Com novo nome, ele prospera e acaba como prefeito de uma cidadela onde ele conhece Fantine, uma ex-operária desempregada, que no porão do fundo do poço da rua da amargura, precisa se prostituir e se vender como pode para poder sustentar a filha Cosette. Tísica à beira da morte, ela recebe a promessa de Valjean de que ele cuidará de sua filha. Mas perseguido pelo oficial Javert, ele é forçado a continuar fugindo pra não voltar à prisão.
Toda a pompa e melodramaticidade da história e das canções são atenuadas pela simplicidade dos takes, ângulos e enquadramentos. Ao contrário de quase todos os musicais, onde as canções são gravadas previamente e os atores dublam depois nas filmagens como em videoclipes, aqui as canções foram entoadas no ato das filmagens. A idéia de contrastar a precisão vocal da obra teatral com a intimidade da proximidade das câmeras em vocais afetados pela emoção do momento (que com certeza devem ter dado uns retoques aqui e acolá depois) dá um charme diferente à obra e dá ao filme vida própria.
Pra mim esse é o ponto forte da produção, onde seria muito mais fácil transformar tudo em mero espetáculo ou MTV, e esquecer-se de dar esse momento de interpretação aos atores. E todos correspondem. E essas cenas em tomada única, só com close-ups dos rostos dos atores, são o que há de mais tocante no filme. Especialmente a cena de I Dreamed a Dream, que está dando todos os prêmios da temporada à Anne Hathaway.
Essa direção artística tomada deu às canções um ar de novidade. É só comparar a redenção de Anne para I Dreamed a Dream com a famosa versão de Susan Boyle, que a tornou estrela. Inclusive Suddenly, a canção nova composta pra ganhar prêmios mas Adele tem estragado os planos, é muito bonita também. Mas On My Own (que Katie Holmes miou em Dawson’s Creek) foi meio decepcionante pra mim. Não me conformei com terem cortado a introdução da canção. Com tanta coisa pra cortar no filme, foram eliminar logo uma das coisas mais icônicas do musical.
Hugh e Anne são com certeza os destaques do elenco. Mas pra mim, a personagem mais interessante mal dura na história, a menina Éponine, que tem talvez a mais famosa das canções da obra, On My Own, feita pela desconhecida Samantha Barks. Em contrapartida não há personagem mais ingrato que a “insossice” da Cosette adolescente. Outro “desconhecido” do elenco recheado de estrelas é Aaron Tveit como Enjolras, que veio diretamente da Broadway onde ganhou fama no excelente musical Next to Normal e eu o vi nos palcos na versão musical de Prenda-Me Se For Capaz.
Os dois astros mirins, que fazem Cosette criança e Gavroche, são adoráveis. O xarope do Sacha “Borat” Cohen é tão sem graça que mesmo no papel de vigarista engraçadinho ou ao lado da bruxa-mór Helena Bonham Carter serve como alívio cômico eficiente. Inclusive é mais um momento à la Sweeney Todd repetido por Carter, ótima como de costume, mas talvez um tanto apagada pelo roteiro e/ou direção. E Russell Crowe, querido, aprenda com o exemplo de Pierce Brosnan em Mamma Mia. Não cante mais. Agradecido.
Como (quase) todo filme de época, cenografia, figurinos e maquiagens são muito bem cuidados. Uma mudança que eu faria sendo diretor e/ou roteirista do filme seria abolir os diálogos cantados, e colocaria como falas mesmo. Se as canções solo dos personagens são pontos altos dramáticos do filme, esses diálogos são pontos fracos. Exatamente a mesma coisa que incomodou na versão para cinema de Rent. Não são canções propriamente, são irritantes e nem são fortes o suficiente como diálogo. Nos palcos devem funcionar melhor.
A estória é bela, apesar de datada e deliciosamente piegas. Mas sua mensagem é atemporal e universal. Uma brilhante metáfora sobre a existência humana, parafraseando uma conhecida minha qualquer, pouco importante. Imaginem só qual seria o sentido da vida numa época como aquela. Mesmo hoje em dia quando tantos movimentos sociais de minorias conquistaram vitórias significativas, e há algumas leis e programas sociais de inclusão, e ainda assim as discrepâncias sociais são tão gritantes e abismais. Nada é mais triste do que a pobreza e ignorância, que despe o indivíduo de dignidade e só lhe resta a esperança e o instinto de sobrevivência a se agarrar.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Globo de Ouro 2013

E Argo ganhou de novo. Um filme bem pipoca. Mas o Globo de Ouro sempre foi mais pop e mais chegado em estrelas. Vale lembrar que eles premiaram Jim Carrey e Madonna, e o Oscar sempre os ignorou. Tanto que chamaram Amy Poehler e Tina Fey para apresentar o evento desta vez. E acertaram em cheio. As duas foram ótimas. Venenosas do jeito que eu gosto.
Brindando após a derrota para Lena Dunham.

Só que nem os votantes do Globo nem os do Critics' Choice são os mesmos do Oscar, então no balanço das horas tudo pode mudar... Assim que saírem os prêmios dos sindicatos vai dar pra ter uma idéia melhor do que esperar, já que parte dos sindicatos vota no Oscar.

No mais, pouquíssimas surpresas. Talvez só Tarantino, num roteiro inferior aos seus trabalhos anteriores, ter vencido Tony Kushner de Lincoln, e Christoph Waltz vencido como coadjuvante, os dois prêmios de Django Livre. Na TV, Homeland e Game Change continuaram colecionando, assim como no Emmy, e Girls, que nem fede e nem cheira, desbancou Modern Family.
Eis meus destaques do evento!


Frases da noite:
Não tenho acompanhado a polêmica acerca de
A Hora Mais Escura
, mas quando o
assunto é tortura, eu confio na mulher que passou
três anos casada com James Cameron.
Amy Poehler, no seu monólogo incial.
Os dois primeiros filmes do Ben Affleck
foram em Boston, mas dessa vez ele foi para
o Irã, pois ele queria um lugar
que fosse mais amigável com não-locais.
Tina Fey, no seu monólogo incial.

Bradley Cooper, Call Me Maybe.
Aida Takla-O'Reilly, presidente da Imprensa
estrangeira de Hollywood, no seu pronunciamento
.

Você teve uma esplêndida performance em Os Miseráveis.
Eu nunca vi alguém tão sozinho e abandonado desde que você
esteve no palco do Oscar com o James Franco.
Tina Fey, se referindo a Anne Hathaway
no seu monólogo incial.


Quentin Tarantino está aqui esta noite, astro de todos
os meus pesadelos sexuais.
Tina Fey, no seu monólogo incial.
Muito obrigada por nos deixarem fazer parte do mundo
de vocês por hora, estamos nos mijando de rir a noite toda.
Adele, ao receber o prêmio de melhor canção.

Harvey [Weinstein], obrigada por matar quem quer que seja
que você matou para eu estar aqui agora.
Jennifer Lawrence, recebendo o prêmio
de melhor atriz em comédia/musical.

Para alguém que começou como a Princesa de Genóvia,
é muito bom saber que a Noviça Voadora virou Norma Rae.
Anne Hathaway, citando Sally Field e comentando
o sistema de typecasting em Hollywood
.

Taylor Swift, fique longe do filho do Michael J. Fox.
Tina Fey, zombando da fama de namoradeira da Taylor.

Não vou fazer meu grande discurso de saída de armário,
pois eu já saí há uns mil anos atrás.
Jodie Foster, recebendo o prêmio pela carreira.


Top 4 - Melhores momentos:


1) O discurso de Jodie Foster ao receber o prêmio pela carreira. Pena que não temos Jodies no meio artístico do Brasil. Temos Caco Antibes;

2) O pronunciamento da presidente da Imprensa Estrangeira de Hollywood, que normalmente é o momento mais chato da noite. Só falou besteiras, foi breve e terminou paquerando Bradley Cooper;

3) Kristen Wiig e Will Ferrell apresentando o prêmio de atriz em comédia/musical, apesar de um pouco longo demais, zombando do costume freqüente de votantes fazerem escolhas sem assistir os filmes;

4) Glenn Close bêbada;


Top 4 - Piores momentos:

1) Ben Affleck vencendo melhor diretor;

2) Stallone e Schwarzenegger juntos poluindo minhas vista. Nem fazendo piadinha dá pra engolir;

3) O Globo de Ouro ignorando Sofia Vergara e John Hamm mais uma vez;

4) Discurso lido do papel... Né, Lena Dunham... Dá um sono...


Constatações:


- Argo desponta como o filme da temporada mesmo. E é uma pena pois é um filme bem superficial;

- Amy e Tina mantiveram o mesmo nível de peçonha do Ricky Gervais. Adorei;

- Enquanto todo mundo morria de rir com Kristen Wiig e Will Ferrell, Tommy Lee Jones fazia cara de pouquíssimos amigos;

- Eu queria estar na mesa de The Big Bang Theory;

- Sofia Vergara continua o máximo. Pena não ter subido no palco nenhuma vez;

- Daniel Day-Lewis, de jovem cabeludo e rebelde, virou um lorde;

- Jessica Chastain, que esteve linda nos eventos do ano passado só tem errado no look esse ano;

- Julia Roberts tá parecendo uma cruza de Claudia Leitte com Ivete;

- Amy Adams estava tão linda no Critics' Choice, mas já nos Globos...;

- Enquanto isso Nicole Kidman estava deslumbrante;

- E Emily Blunt estava ainda melhor do que no Critics' Choice;

- Bradley Cooper, mesmo de mãos abanando, é o artista da vez. Foi o mais focalizado a noite toda;

- Helena Bonham Carter continua divando de bruxa de conto de fada;

- Catherize Zeta-Jones se fantasiou de Kathleen Turner como pai do Chandler;

- O que J-Lo tem de linda, tem de cafona;

- Já J-Law era a mais linda da noite;

- E Halle Berry, como sempre, com o mais belo vestido. Estampas tribais, étnicas, corte sexy, que combinam demais com ela;

- Adele cansou, tocou demais, tá na moda, e eu não aguento mais. Mas é puro carisma;

- Leonardo DiCaprio, que era só siso ano passado, dessa vez esteve risonho, límpido;

- O filho de Marty McFly é a figura dele cagado e cuspido;

- Meryl Streep mesmo ausente está presente. Foi o nome mais citado a noite inteira;

- Rubens Ewald continua cri-cri e espinafrando geral (mais do que eu...). Falou mal do Hugh Jackman, Jessica Chastain, etc. Eu achava que era coisa da idade pois eu gostava dos comentários dele quando criança, mas vi uns vídeos de Oscar dos anos 80 no youtube e ele já era ranzinza desde então.


A lista completa de vencedores:
 
Cinema
TV
Melhor Filme (Drama)
Argo
Melhor Filme
(Comédia ou Musical)

Os Miseráveis
Melhor Seriado (Drama)
Homeland
Melhor Seriado
(Comédia ou Musical
)
Girls
Melhor Diretor
Ben Affleck
Argo
Melhor Roteiro
Django Livre
Melhor Ator de TV (Drama)
Damian Lewis
Homeland
Melhor Ator de TV
(Comédia ou Musical)

Don Cheadle
House of Lies
Melhor Ator (Drama)
Daniel Day-Lewis
Lincoln
Melhor Ator
(Comédia ou Musical)

Hugh Jackman
Os Miseráveis
Melhor Atriz de TV (Drama)
Claire Danes
Homeland
Melhor Atriz de TV (Comédia ou Musical)
Lena Dunham
Girls
Melhor Atriz (Drama)
Jessica Chastain
A Hora Mais Escura
Melhor Atriz (Comédia ou Musical)
Jennifer Lawrence
O Lado Bom da Vida
Melhor Minissérie ou Telefilme
Game Change
Melhor Ator (Minissérie ou Telefilme)
Kevin Costner
Hatfields & McCoys
Melhor Ator Coadjuvante
Christoph Waltz
Django Livre
Melhor Atriz Coadjuvante
Anne Hathaway
Os Miseráveis
Melhor Ator Coadjuvante
(Seriado, Minissérie ou Telefime)

Ed Harris
Game Change
Melhor Atriz (Minissérie ou Telefilme)
Julianne Moore
Game Change
Melhor Animação
Valente
Melhor Filme Estrangeiro
Amor
Áustria
Melhor Atriz Coadjuvante
(Seriado, Minissérie ou Telefilme)

Maggie Smith
Downton Abbey
Melhor Canção
Skyfall por Adele
007 - Operação Skyfall
Melhor Trilha Sonora
As Aventuras de Pi