sexta-feira, 15 de maio de 2009

Seção CANARINHOS // American Idol 8 - Top 3

Para entender as alcunhas (os apelidos!!!), clique aqui.

Top 3 – Escolhas pessoais e do júri

A partir do top 3, acabam-se os temas. Nessa semana normalmente cada um canta 3 músicas, uma escolhida pelo júri, outra pela produção do programa, ou pelo legendário produtor musical Clive Davis, e a outra escolhida por eles. Esse ano, a crise (que diminui a verba para direitos autorais) e o excesso de jurados, que aumentou e muito o tempo dos comentários, os fez diminuir para 2 pra cada um. Uma escolhida pelo júri e outra por eles mesmos.

Vamos às performances.


Nota: 0
Dick Vigarista foi o primeiro, e cantou “Dance Little Sister” do Terence Trent Darby que a Paula escolheu. Nunca ouvi essa música, mas mesmo se ela for boa, eu não consegui apreciar... A voz dele me irrita, a cara, a dança ridícula, e tudo mais. Não consigo criar simpatia por essa pessoa.

Nota: 9,0
Kara e Randy escolheram “Apologize” do One Republic para o High School Kris. Eu amo essa música e combina demais com a voz dele. Ano passado o aclamado, idolatrado, salve, salve, David Archuleta a cantou e foi uma droga, na minha modesta opinião. Kris foi muito melhor, tirando as caretas dele, que já me cansaram. Mas gosto da voz dele e tô achando ele até mais talentoso do que eu imaginava. Kara escolheu a música e depois disse que queria vê-lo mais original. Simon deu um fora nela depois. Amo muito tudo isso!

Nota: 9,0
Simon escolheu “One” do U2 para Cher Glambert. Gostei muito da performance, mas achei a original melhor. Mas ainda assim ele foi melhor que a concorrência. Mostrando sempre mais competência, talento.

Nota: 0
Esta alma sebosa desagradável apela até pra macumba agora e voltou a se projetar num cadáver para conseguir voto. Escolheu “You Are So Beautiful” do Joe Cocker (que só me lembra propaganda de Prestígio) e ainda disse que a cantava pra defunta... Golpe baixo de última. E ainda tem quem caia. Detestável... E quanto a performance, Taylor Hicks, que deve ser o vencedor de menor sucesso na história, cantou muito melhor na quinta temporada.

Nota: 10
Momento “torei um aço” da noite. High School Kris escolheu “Heartless” do pedante do Kanye West, que eu detesto. Mas ele fez algo parecido com o que ele fez com “She Works Hard For The Money” e a transformou em qualquer outra coisa menos aquele rap-r&b de trombadinha que o Kanye chama de música. John Mayer vibe mode on!

Nota: 10
Quem não se lembra dos clipes clássicos dos anos 90 do Aerosmith? Do tempo que Alicia Silverstone era uma estrela. “Cryin’” foi um deles. Amo o clipe e a música, e Adam foi o próprio Glam cantando-a. Sem muitas palavras.

Eliminação:

O programa começou com um bando de idiotas lá (entre eles o Ben Stiller e o Hank Azaria) fazendo propaganda das comédias super finas e inteligentes que eles fazem, e não por acaso, são produzidas pela Fox... Vimos as celebridades na platéia, entre eles o Kevin Bacon, que nem lembra mais o rapazinho de Footloose, e o Blake Lewis, segundo lugar da sexta temporada, logo atrás. Depois Ryan anunciou que foram totalizados 88 milhões de votos essa semana. Depois veio a propaganda da Ford com “Break My Stride” do Matthew Wilder, que foi hit nos anos 80, que eu gosto mais da versão em espanhol dos anos 90 “No te Preocupes” que tocava direto na Jovem Pan e nos programas do SBesTeira, como Passa ou Repassa e Curtindo Uma Viagem. Eu venho notando que praticamente todos esses comerciais tem o mesmo cenário. Deve ser a crise...

Depois vieram as edições das visitas dos finalistas a suas cidades de origem. Começou com Dick Vigarista indo para Milwaukee. Eu pulei essa parte. Depois veio High School Kris, que voltou para Conway, no Arkansas. A música de fundo foi “Everybody Wants To Rule The World” que eu amo. Depois ele cantou “Falling Slowly” de novo na sua faculdade, desfilou em carro aberto, essas breguices todas. Glambert foi o último, e vimos o seu retorno a San Diego, ao som de “Born to be Wild” e “Baba O’Riley”. Trilha sonora mais perfeita não poderia ter sido.

Jordin Sparks, Katy Perry e um menino angolano chamado Noa (será que é assim que se escreve?) foram as atrações convidadas da semana. O angolano é um dos meninos auxiliados pelo programa de ajuda a África organizado pelo programa, o Idol Gives Back, quando os americanos mostram que mesmo promovendo duas guerras por década, recusando a assinatura do protocolo de Kyoto, apoiar a ocupação da Faixa de Gaza, entre outros grandes feitos, eles são caridosos. Jordin (foto mais acima) é a prova viva de que só é feio quem não tem dinheiro. Quem se lembra dela no começo da sexta temporada e a vê agora vê a diferença. Ela agora é uma versão “plus size” da Beyoncé. Depois veio a Katy Perry, a depravada beijadora de mulheres, com a capa da foto acima. Isn’t she cool?

Depois vieram os resultados. O eliminado da semana... Danny Gokey. Aleluia de Handel! Já era hora, né? Já vai tarde desgrama! Volte para a mediocridade de onde veio... Até no vídeo de eliminação, não paravam de falar da defunta. Como que alguém pode se promover tanto através de um cadáver? Se ele sente tanta falta, precisa falar tanto dela, porque ele não vai se encontrar com ela no além? Garanto que o mundo não iria sentir falta... Eu mesmo não ia sentir um pingo!

A final na próxima semana, Adam x Kris. Kris foi a surpresa total da temporada, mas eu apostava que ele iria longe. Depois de uma temporada péssima, pelo menos a final é de qualidade.

Um comentário:

  1. Eu só posso dizer que Adam Lambert é o cara que me fez acompanhar (e gostar!) de American Idol, após oito anos ignorando solenemente. Glambert rocks! Agora é torcer de mãos dadas na final! Beijo!

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