quarta-feira, 11 de março de 2009

Seção CINEMA // Crítica Sim, Senhor!

Não, obrigado.

Sim, Senhor! // Yes, Man


Nota: 4,0



Difícil acreditar que um filme como esse seja uma biografia (muito fantasioso). Com certeza ela tem muitas coisas (uma coleção) que foram feitas só pra tornar a história mais cinematográfica. Tudo clichê (você já viu em diversos outros filmes tão comerciais quanto esse). Eu vi o filme faz 3 dias e nem lembro muita coisa dele (é, ele não é bom...). Bom, o filme é dirigido por Peyton Reed (grande coisa...), que dirigiu Separados Pelo Casamento (Jennifer Aniston) e Abaixo o Amor (Renée Zellweger e Ewan McGregor) e estrelado por Jim Carey (dispensa apresentações).

O filme é uma adaptação da autobiografia de um famoso comediante escocês chamado Danny Wallace (hã?), e a história mostra um cara deprimido (um babaca) e introspectivo desde que se separou da esposa (há três anos atrás...). Até ele reencontrar um conhecido (mais babaca ainda) que diz sua vida ter mudado após ele dizer sim para tudo na vida (otário...), e o arrasta para uma convenção dessa seita (maligna!). A convenção (das bruxas...) parodia o fanatismo dos cultos evangélicos, toda aquela gritaria e tal, e, evidente, tem a tal lavagem cerebral que faz o cara aderir à filosofia (otário...). Aí ele começa a fazer coisas que mudam sua vida, como dar carona pra um sem teto e emprestar seu celular, sair mais com os amigos e ir para o show de uma banda (ridícula) onde ele acaba reencontrando a Zooey Deschanel (insossa), que ele se encantou desde que ela o deu carona, e acaba virando seu novo amor.

É, acho que isso é tudo (ufa!). Não há muito o que se falar sobre esse filme. Até porque acabaria estragando as surpresas dele (oohh!). Mas dá pra comentar algumas coisas (não muitas...). Jim Carey continua careteiro (caricato). Um Jerry Lewis moderno (ou seja, originalidade zero...). Ele funciona nesse estilo. Mas eu o prefiro mais sério (tipo Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças). O papel da Zooey é uma versão sem graça da Kirsten Dunst em Elizabethtown. Sem contar que o filme também tem umas cenas totalmente desagradáveis (lógico! Não podiam faltar!), como a cena da vizinha, que é feita pela Fionnula Flanagan (como ela se presta a isso?), que fez Transamérica, Lost e Os Outros . Mas o povo morre de rir no cinema (tava até me irritando...). Deu vontade de perguntar para eles: vocês são um bando de otários? Só pra ver se eles também acataram a tal filosofia...

Um comentário:

  1. MEU, SINCERAMENTE, ACHEI O FILME UMA BOSTA...TIVE QUE FICAR ADIANTANTDO O FILME VÁRIAS VEZES PRA VER SE MELHORAVA ALGUMA COISA..MAS NÃO DEU...DINHEIRO JOGADO FORA!!!!!

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